ser utilizados no preparo do GRUEL,
mas a escolha destes grãos foi se aprimorando. Por este motivo,
o pão chato foi introduzido lentamente, em localidades
diferentes.
Outros tipos de grãos foram
utilizados, como a cevada e o selecionamento dos grãos foram
aprimorando-se. Hoje o trigo é cultivado no mundo inteiro para
este propósito e o centeio também é cultivado, para produção de
pães, na Europa Central e Oriental.
Trigo e centeio são também chamados de
grãos de pão devido à suas aplicações adequadas à produção de
produtos de panificação.
A produção de pão pressupõe o
desenvolvimento de fornos e a descoberta da fermentação. Desde
1750 A.C. Existiam profissionais de panificação no Egito. Eles
promoviam o crescimento de massas de trigo com o uso de levedo
de cerveja e algum crescimento químico.
Em 100 A.C. o pão de massa fermentada
era conhecido em grande parte do mundo. Os gregos desenvolveram
a arte da panificação posteriormente, e especialmente os
projetos de fornos. Padeiros gregos trouxeram a arte de
panificar pães e bolos para Roma.
A partir do século XVIII, a introdução
da produção industrial de levedura de panificação, foi decisiva
para a tecnologia da panificação e este desenvolvimento permitiu
a produção do pão como nós conhecemos atualmente. As típicas
propriedades dos pães, suas formas, aparência, textura e sabor,
foram originalmente produzidos manualmente e em conformidade com
a qualidade dos grãos disponíveis.
Apesar de todo o desenvolvimento da
panificação, 60% da população mundial (dados de 1983) ainda
consomem o GRUEL e o Pão Chato.